Por Presbítero Marco Aurélio
Texto base: João 21:18-22
“Quanto a ti, segue-me.”
— João 21:22
Nesta jornada da vida, precisamos aprender a ser assessorados pela verdade. Não pelo que o mundo pensa, não pelas impressões inconstantes do nosso coração, não pelas nossas intuições, nem simplesmente pela opinião de pessoas que, embora possam ser boas amigas, não possuem a sabedoria espiritual que vem de Deus.
A nossa fonte segura é a Palavra de Deus.
Às vezes, a Bíblia nos apresenta verdades que não são fáceis. Há textos que nos incomodam, levantam perguntas e nos fazem perceber os limites da nossa compreensão. Mas existe algo sobre o qual podemos ter absoluta certeza: a Palavra de Deus é perfeitamente segura e verdadeira. Nós talvez não compreendamos tudo o que Deus revelou, mas podemos descansar naquilo que Ele revelou, porque Deus não erra.
O capítulo 21 de João nos apresenta verdades profundas sobre o nosso futuro, o futuro daqueles que amamos e, principalmente, sobre aquilo que o Senhor espera de nós.
1. O Nosso Futuro Está nas Mãos do Senhor
Pedro havia acabado de ser restaurado por Jesus após a sua negação. Três vezes Jesus perguntou: “Tu me amas?”, e três vezes Pedro respondeu que sim. A cada resposta, o Senhor o comissionava: “Apascenta os meus cordeiros... Apascenta as minhas ovelhas.”
Pedro estava sendo perdoado, restaurado e recolocado a serviço do Rei. Mas, em seguida, Jesus lhe diz algo completamente inesperado:
“Quando eras mais moço, tu te cingias a ti mesmo e andavas por onde querias; quando, porém, fores velho, estenderás as mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres.” (João 21:18)
O apóstolo João faz questão de explicar no verso seguinte: “Disse isto para significar com que gênero de morte Pedro havia de glorificar a Deus.”
Jesus estava revelando abertamente o futuro de Pedro. Ele morreria velho e de uma maneira mártir pela qual glorificaria a Deus. Isso é o oposto daquela ideia superficial e contemporânea de que "Deus tem um plano maravilhoso" significando necessariamente uma vida terrena sem dores, perdas ou sofrimentos.
- O plano de Deus para Pedro era maravilhoso porque glorificaria a Deus.
- Pedro não teria o controle de como sua história terminaria.
- O seu amanhã estava selado na providência soberana de Deus.
Isso não significa que Pedro deveria viver irresponsavelmente. Ele poderia se proteger, fugir de perigos desnecessários, trabalhar e agir com prudência. Porém, nenhuma prudência humana alteraria o propósito Soberano. As nossas decisões não derrotam a providência divina. Nós fazemos planos, mas Deus continua governando; nós fazemos escolhas, mas o Senhor continua sendo o Autor da nossa história.
Podemos descansar: Nós não sabemos o que acontecerá amanhã, mas sabemos perfeitamente Quem estará governando o amanhã. E isso muda tudo.
2. O Futuro dos Outros Também Está nas Mãos do Senhor
Logo após ouvir sobre seu próprio destino, Pedro se vira e vê João caminhando atrás deles. Curioso, ele faz uma pergunta inevitável ao Senhor:
“Senhor, e quanto a este?” (João 21:21)
Pedro mal havia absorvido o revelador futuro da sua própria vida e já queria administrar ou especular sobre o futuro de João. A resposta de Jesus foi direta e cortante:
“Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me.” (João 21:22)
Que lição libertadora! Jesus ensina que existem decretos que pertencem exclusivamente ao trono de Deus. O futuro de João não era responsabilidade de Pedro. Pedro deveria amar a João, servir com João e caminhar em comunhão, mas não deveria carregar nos ombros o peso que só Deus pode sustentar.
O Reconhecimento dos Nossos Limites
DEVOCIONAL — QUANTO A TI, SEGUE-ME
Texto base: João 21:18-22
“Quanto a ti, segue-me.”
— João 21:22
Nesta jornada da vida, precisamos aprender a ser assessorados pela verdade. Não pelo que o mundo pensa, não pelas impressões inconstantes do nosso coração, não pelas nossas intuições, nem simplesmente pela opinião de pessoas que, embora possam ser boas amigas, não possuem a sabedoria espiritual que vem de Deus.
A nossa fonte segura é a Palavra de Deus.
Às vezes, a Bíblia nos apresenta verdades que não são fáceis. Há textos que nos incomodam, levantam perguntas e nos fazem perceber os limites da nossa compreensão. Mas existe algo sobre o qual podemos ter absoluta certeza: a Palavra de Deus é perfeitamente segura e verdadeira. Nós talvez não compreendamos tudo o que Deus revelou, mas podemos descansar naquilo que Ele revelou, porque Deus não erra.
O capítulo 21 de João nos apresenta verdades profundas sobre o nosso futuro, o futuro daqueles que amamos e, principalmente, sobre aquilo que o Senhor espera de nós.
1. O Nosso Futuro Está nas Mãos do Senhor
Pedro havia acabado de ser restaurado por Jesus após a sua negação. Três vezes Jesus perguntou: “Tu me amas?”, e três vezes Pedro respondeu que sim. A cada resposta, o Senhor o comissionava: “Apascenta os meus cordeiros... Apascenta as minhas ovelhas.”
Pedro estava sendo perdoado, restaurado e recolocado a serviço do Rei. Mas, em seguida, Jesus lhe diz algo completamente inesperado:
“Quando eras mais moço, tu te cingias a ti mesmo e andavas por onde querias; quando, porém, fores velho, estenderás as mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres.” (João 21:18)
O apóstolo João faz questão de explicar no verso seguinte: “Disse isto para significar com que gênero de morte Pedro havia de glorificar a Deus.”
Jesus estava revelando abertamente o futuro de Pedro. Ele morreria velho e de uma maneira mártir pela qual glorificaria a Deus. Isso é o oposto daquela ideia superficial e contemporânea de que "Deus tem um plano maravilhoso" significando necessariamente uma vida terrena sem dores, perdas ou sofrimentos.
- O plano de Deus para Pedro era maravilhoso porque glorificaria a Deus.
- Pedro não teria o controle de como sua história terminaria.
- O seu amanhã estava selado na providência soberana de Deus.
Isso não significa que Pedro deveria viver irresponsavelmente. Ele poderia se proteger, fugir de perigos desnecessários, trabalhar e agir com prudência. Porém, nenhuma prudência humana alteraria o propósito Soberano. As nossas decisões não derrotam a providência divina. Nós fazemos planos, mas Deus continua governando; nós fazemos escolhas, mas o Senhor continua sendo o Autor da nossa história.
Podemos descansar: Nós não sabemos o que acontecerá amanhã, mas sabemos perfeitamente Quem estará governando o amanhã. E isso muda tudo.
2. O Futuro dos Outros Também Está nas Mãos do Senhor
Logo após ouvir sobre seu próprio destino, Pedro se vira e vê João caminhando atrás deles. Curioso, ele faz uma pergunta inevitável ao Senhor:
“Senhor, e quanto a este?” (João 21:21)
Pedro mal havia absorvido o revelador futuro da sua própria vida e já queria administrar ou especular sobre o futuro de João. A resposta de Jesus foi direta e cortante:
“Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me.” (João 21:22)
Que lição libertadora! Jesus ensina que existem decretos que pertencem exclusivamente ao trono de Deus. O futuro de João não era responsabilidade de Pedro. Pedro deveria amar a João, servir com João e caminhar em comunhão, mas não deveria carregar nos ombros o peso que só Deus pode sustentar.
O Reconhecimento dos Nossos Limites
DEVOCIONAL — QUANTO A TI, SEGUE-ME
Texto base: João 21:18-22
“Quanto a ti, segue-me.”
— João 21:22
Nesta jornada da vida, precisamos aprender a ser assessorados pela verdade. Não pelo que o mundo pensa, não pelas impressões inconstantes do nosso coração, não pelas nossas intuições, nem simplesmente pela opinião de pessoas que, embora possam ser boas amigas, não possuem a sabedoria espiritual que vem de Deus.
A nossa fonte segura é a Palavra de Deus.
Às vezes, a Bíblia nos apresenta verdades que não são fáceis. Há textos que nos incomodam, levantam perguntas e nos fazem perceber os limites da nossa compreensão. Mas existe algo sobre o qual podemos ter absoluta certeza: a Palavra de Deus é perfeitamente segura e verdadeira. Nós talvez não compreendamos tudo o que Deus revelou, mas podemos descansar naquilo que Ele revelou, porque Deus não erra.
O capítulo 21 de João nos apresenta verdades profundas sobre o nosso futuro, o futuro daqueles que amamos e, principalmente, sobre aquilo que o Senhor espera de nós.
1. O Nosso Futuro Está nas Mãos do Senhor
Pedro havia acabado de ser restaurado por Jesus após a sua negação. Três vezes Jesus perguntou: “Tu me amas?”, e três vezes Pedro respondeu que sim. A cada resposta, o Senhor o comissionava: “Apascenta os meus cordeiros... Apascenta as minhas ovelhas.”
Pedro estava sendo perdoado, restaurado e recolocado a serviço do Rei. Mas, em seguida, Jesus lhe diz algo completamente inesperado:
“Quando eras mais moço, tu te cingias a ti mesmo e andavas por onde querias; quando, porém, fores velho, estenderás as mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres.” (João 21:18)
O apóstolo João faz questão de explicar no verso seguinte: “Disse isto para significar com que gênero de morte Pedro havia de glorificar a Deus.”
Jesus estava revelando abertamente o futuro de Pedro. Ele morreria velho e de uma maneira mártir pela qual glorificaria a Deus. Isso é o oposto daquela ideia superficial e contemporânea de que "Deus tem um plano maravilhoso" significando necessariamente uma vida terrena sem dores, perdas ou sofrimentos.
- O plano de Deus para Pedro era maravilhoso porque glorificaria a Deus.
- Pedro não teria o controle de como sua história terminaria.
- O seu amanhã estava selado na providência soberana de Deus.
Isso não significa que Pedro deveria viver irresponsavelmente. Ele poderia se proteger, fugir de perigos desnecessários, trabalhar e agir com prudência. Porém, nenhuma prudência humana alteraria o propósito Soberano. As nossas decisões não derrotam a providência divina. Nós fazemos planos, mas Deus continua governando; nós fazemos escolhas, mas o Senhor continua sendo o Autor da nossa história.
Podemos descansar: Nós não sabemos o que acontecerá amanhã, mas sabemos perfeitamente Quem estará governando o amanhã. E isso muda tudo.
2. O Futuro dos Outros Também Está nas Mãos do Senhor
Logo após ouvir sobre seu próprio destino, Pedro se vira e vê João caminhando atrás deles. Curioso, ele faz uma pergunta inevitável ao Senhor:
“Senhor, e quanto a este?” (João 21:21)
Pedro mal havia absorvido o revelador futuro da sua própria vida e já queria administrar ou especular sobre o futuro de João. A resposta de Jesus foi direta e cortante:
“Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me.” (João 21:22)
Que lição libertadora! Jesus ensina que existem decretos que pertencem exclusivamente ao trono de Deus. O futuro de João não era responsabilidade de Pedro. Pedro deveria amar a João, servir com João e caminhar em comunhão, mas não deveria carregar nos ombros o peso que só Deus pode sustentar.
O Reconhecimento dos Nossos Limites
DEVOCIONAL — QUANTO A TI, SEGUE-ME
Texto base: João 21:18-22
“Quanto a ti, segue-me.”
— João 21:22
Nesta jornada da vida, precisamos aprender a ser assessorados pela verdade. Não pelo que o mundo pensa, não pelas impressões inconstantes do nosso coração, não pelas nossas intuições, nem simplesmente pela opinião de pessoas que, embora possam ser boas amigas, não possuem a sabedoria espiritual que vem de Deus.
A nossa fonte segura é a Palavra de Deus.
Às vezes, a Bíblia nos apresenta verdades que não são fáceis. Há textos que nos incomodam, levantam perguntas e nos fazem perceber os limites da nossa compreensão. Mas existe algo sobre o qual podemos ter absoluta certeza: a Palavra de Deus é perfeitamente segura e verdadeira. Nós talvez não compreendamos tudo o que Deus revelou, mas podemos descansar naquilo que Ele revelou, porque Deus não erra.
O capítulo 21 de João nos apresenta verdades profundas sobre o nosso futuro, o futuro daqueles que amamos e, principalmente, sobre aquilo que o Senhor espera de nós.
1. O Nosso Futuro Está nas Mãos do Senhor
Pedro havia acabado de ser restaurado por Jesus após a sua negação. Três vezes Jesus perguntou: “Tu me amas?”, e três vezes Pedro respondeu que sim. A cada resposta, o Senhor o comissionava: “Apascenta os meus cordeiros... Apascenta as minhas ovelhas.”
Pedro estava sendo perdoado, restaurado e recolocado a serviço do Rei. Mas, em seguida, Jesus lhe diz algo completamente inesperado:
“Quando eras mais moço, tu te cingias a ti mesmo e andavas por onde querias; quando, porém, fores velho, estenderás as mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres.” (João 21:18)
O apóstolo João faz questão de explicar no verso seguinte: “Disse isto para significar com que gênero de morte Pedro havia de glorificar a Deus.”
Jesus estava revelando abertamente o futuro de Pedro. Ele morreria velho e de uma maneira mártir pela qual glorificaria a Deus. Isso é o oposto daquela ideia superficial e contemporânea de que "Deus tem um plano maravilhoso" significando necessariamente uma vida terrena sem dores, perdas ou sofrimentos.
- O plano de Deus para Pedro era maravilhoso porque glorificaria a Deus.
- Pedro não teria o controle de como sua história terminaria.
- O seu amanhã estava selado na providência soberana de Deus.
Isso não significa que Pedro deveria viver irresponsavelmente. Ele poderia se proteger, fugir de perigos desnecessários, trabalhar e agir com prudência. Porém, nenhuma prudência humana alteraria o propósito Soberano. As nossas decisões não derrotam a providência divina. Nós fazemos planos, mas Deus continua governando; nós fazemos escolhas, mas o Senhor continua sendo o Autor da nossa história.
Podemos descansar: Nós não sabemos o que acontecerá amanhã, mas sabemos perfeitamente Quem estará governando o amanhã. E isso muda tudo.
2. O Futuro dos Outros Também Está nas Mãos do Senhor
Logo após ouvir sobre seu próprio destino, Pedro se vira e vê João caminhando atrás deles. Curioso, ele faz uma pergunta inevitável ao Senhor:
“Senhor, e quanto a este?” (João 21:21)
Pedro mal havia absorvido o revelador futuro da sua própria vida e já queria administrar ou especular sobre o futuro de João. A resposta de Jesus foi direta e cortante:
“Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me.” (João 21:22)
Que lição libertadora! Jesus ensina que existem decretos que pertencem exclusivamente ao trono de Deus. O futuro de João não era responsabilidade de Pedro. Pedro deveria amar a João, servir com João e caminhar em comunhão, mas não deveria carregar nos ombros o peso que só Deus pode sustentar.
O Reconhecimento dos Nossos Limites
| O Que Está Sob Nossa Responsabilidade | O Que Pertence à Providência de Deus |
| Ensinar e instruir os nossos filhos na Palavra. | Garantir e controlar o futuro e as escolhas deles. |
| Orar e honrar nossos pais que envelhecem. | Determinar a quantidade de anos que eles viverão. |
| Evangelizar e testemunhar aos parentes e amigos. | Produzir o milagre da regeneração e conversão do coração. |
| Zelar com fidelidade pela Igreja local hoje. | Controlar a história da Igreja daqui a dez ou trinta anos. |
Nós somos responsáveis pela nossa fidelidade; não somos responsáveis pela soberania de Deus. Quando tentamos carregar o futuro dos outros, somos esmagados pela ansiedade. Faça tudo o que está ao seu alcance, mas coloque nas mãos de Deus aquilo que pertence apenas a Ele.
3. A Única Preocupação que Deve Governar a Nossa Vida
Jesus não está promovendo a indiferença. Ele está estabelecendo uma prioridade no centro do nosso coração:
"Quanto a ti, segue-me."
É como se o Mestre dissesse: "Pedro, o amanhã de João pertence a Mim. O que Eu coloquei diante de você hoje é o seu dever: Siga-me."
E o próprio Evangelho de João nos mostra com clareza o que significa, na prática, seguir a Jesus:
- Permanecer na Sua Palavra: "Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos" (João 8:31). Não ser guiado por emoções, intuições ou opiniões do mundo, mas fincar raízes nas Escrituras.
- Amar os Irmãos: "Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros" (João 13:35). Seguir a Cristo é caminhar em comunidade, perdoando, servindo, suportando e ajudando o corpo de Cristo.
- Produzir Frutos: "Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto" (João 15:8). O verdadeiro seguidor frutifica em transformação de caráter, santidade, boas obras e na salvação de outras vidas.
Conclusão
Nós temos uma inclinação natural para querer antecipar o amanhã. Queremos garantias sobre a nossa saúde, nossa família, nossa vida financeira, nossos filhos e a nossa igreja. Contudo, Deus não nos revelou o mapa do amanhã; Ele nos deu a ordem para o dia de hoje.
A pergunta de Pedro foi: "E quanto a este?".
A resposta de Jesus para Pedro — e para cada um de nós — continua sendo:
"Quanto a ti, segue-me."
Você não sabe quanto tempo ainda terá nesta terra, nem pode controlar o rumo das pessoas que mais ama. Mas você sabe o que Jesus ordenou para o dia de hoje: Permaneça na Palavra, ame os irmãos, dê frutos e siga a Cristo. O futuro pertence a Deus; a nossa responsabilidade é a fidelidade no dia de hoje.
Oração
Senhor nosso Deus e nosso Pai,
Nós Te agradecemos pela Tua santa e inerrante Palavra. Obrigado porque o Senhor é o Deus do nosso futuro. Quantas vezes somos tentados a tomar em nossas mãos aquilo que não conseguimos carregar! Queremos controlar nossa própria vida e o futuro dos nossos filhos, cônjuge, pais e irmãos na fé. Perdoa-nos, Senhor, por nosso orgulho e ansiedade.
Ensina-nos a reconhecer com humildade os nossos limites humanos. Ajuda-nos a fazer zelosamente o que está sob nossa responsabilidade e a depositar com confiança em Teus braços o que pertence somente à Tua soberania. Nós não sabemos o que o amanhã trará, mas descansamos na certeza de Quem já está no amanhã.
E quando nossos olhos se desviarem para olhar o caminho alheio com inquietação, lembra-nos da ordem de Jesus: "Quanto a ti, segue-me". Que a nossa vida seja pautada pela permanência na Tua Palavra, pelo amor aos irmãos e pela frutificação para a Tua glória.
Não permita que a ansiedade pelo amanhã nos roube a fidelidade do dia de hoje. Em nome de Jesus. Amém.
Deus, pelo Teu Santo Espírito, fala aos nossos corações e faz a Tua Palavra produzir em nós aquilo para o que o Senhor a enviou.
Maranata! A hora vem. Senhor Jesus, vem!